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PSG em crise. Mbappé dispensa 70% do salário, Neymar recusa perder 1 euro

A pandemia do novo coronavírus provocou uma autêntica crise financeira em todos os clubes do mundo, e nem os mais poderosos, como é o caso do Paris Saint-Germain, conseguiram escapar, segundo adianta, esta quarta-feira, o jornal francês Le Figaro.

A direção dos campeões franceses reuniu com a equipa principal orientada por Thomas Tuchel e colocou, em cima da mesa, a hipótese de levar a cabo uma redução salarial temporária, de forma a minimizar os efeitos nas contas.

Uma hipótese que terá causado uma autêntica fratura no balneário do emblema parisiense, entre aqueles que estão dispostos a abdicar de uma parte do vencimento, e outros que, pelo contrário, pretendem mantê-lo intacto.

O primeiro lote, que conta com jogadores como Kylian Mbappé, Marquinhos, Ángel Di María ou Presnel Kimpembe, já terá feito saber que não vê problema em reduzir o ordenado em 70% durante este período mais conturbado.

Já o segundo, onde se inserem estrelas como Neymar (que detém o vencimento mais elevado, na ordem dos três milhões de euros brutos por mês), Thiago Silva, Edinson Cavani, Ander Herrera ou Juan Bernat, mantém-se firme e recusa perder um euro que seja.

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