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Francisco J. Marques aponta golo irregular do Benfica e expulsão perdoada a Samaris

Diretor de Comunicação do FC Porto critica inoperância do VAR

O clássico continua a dar que falar e desta feita foi Francisco J. Marques quem abordou o jogo entre os rivais FC Porto e Benfica, que resultou então na vitória dos encarnados.

Na ótica do Diretor de Comunicação dos dragões, o jogo ficou marcado por dois lances que mereciam ter sido analisados pelo VAR: o primeiro golo das águias, no qual o dirigente azul e branco considera existir falta de Seferovic; e uma entrada de Samaris sobre Corona, que, para Francisco J. Marques, era digna de cartão vermelho.

“Gostaria de chamar à atenção para dois lances: o primeiro golo do Benfica é precedido de falta. Ainda posso admitir que o árbitro possa não vislumbrar a falta do Seferovic sobre o Manafá no campo, mas a falta é claríssima e é inadmissível que o VAR não tenha interferido. O braço do Seferovic faz falta. Como é que o VAR não interfere? No lance do golo do FC Porto, o VAR esteve imenso tempo a analisar, algo que admito que se justifique. E neste não há análise? O Seferovic com o braço esquerdo impede o Manafá que vai ganhar a posição. O golo é irregular”, começou então por dizer o dirigente, deixando críticas à transmissão televisiva.

“Por que é que esta imagem, esta perspetiva, que foi revelada hoje [câmara atrás da baliza] foi escondida até terça-feira? Esta imagem tinha que ser passada durante a transmissão para esclarecer que há uma falta e que o golo é mal validado. E não consigo entender como é que o VAR, o senhor Tiago Martins, não dá indicação ao árbitro Jorge Sousa para ir ver o lance ou a alertar para a falta”, apontou, antes de analisar o lance que envolveu Samaris e Corona.

“Há outro lance, que é o amarelo ao Samaris. É uma entrada violenta porque não vai disputar a bola. Só podia ser cartão vermelho. Não vai para disputar a bola, vai assim de forma muito agressiva e põe em causa a integridade física do Corona. E contudo, mais uma vez o VAR não interveio para dizer ao árbitro da gravidade da falta”. Considerou então.

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Record
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