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Acusação à Benfica SAD “sem fundamento sério”

Vieira

O presidente do Benfica reagiu esta quarta-feira à noite à acusação de que a SAD do clube foi alvo no âmbito do processo e-Toupeira, dizendo que a mesma não tem “fundamento sério”.

Luís Filipe Vieira reagiu esta quarta-feira, à acusação de que a SAD do clube foi alvo no âmbito do processo e-Toupeira. O presidente dos encarnados afirmou que “a acusação em nada vem alterar a certeza de total licitude dos comportamentos e atuação da Benfica SAD, neste ou outro processo”.

“A SAD informa que recebeu hoje a notificação do processo e depois de reunir e apreciar a acusação, vem informar os sócios e adeptos, bem como acionistas e parceiros: Como era expectável, a acusação em nada vem alterar a certeza de total licitude dos comportamentos e atuação da Benfica SAD, neste ou outro processo. Não existe qualquer facto que permita imputar à SAD os crimes descritos nem conduta que relacione a SAD com qualquer dos crimes aí descritos. Crê-se que terá sido por isso que nenhum membro da SAD recebeu uma acusação. A SAD não pode deixar de repudiar o tempo, modo e forma como se viu envolvido nesta acusação, sem qualquer fundamento sério que a justifique. A SAD continuará a defender a reputação do Benfica, que prestará colaboração com as forças judiciais”.

Luís Filipe Vieira apelou aos benfiquistas “que confiem na licitude dos seus comportamentos e seriedade da sua atuação” sendo que a SAD “irá atuar neste processo com a mesma determinação com que recuperou o Benfica. A SAD relembra que à presente data todas as decisões judiciais nos foram favoráveis. Debate comunicacional que vamos continuar a assistir em nada altera a confiança nos tribunais e a certeza que os tribunais limparam o nome do Benfica.”, concluiu.

​​​​​​​A SAD do Benfica está acusada de 30 crimes no processo e-Toupeira e o seu assessor jurídico Paulo Gonçalves de 79 crimes, segundo a acusação do Ministério Público (MP).

A acusação considera ainda que o presidente da Benfica SAD, Luís Filipe Vieira, teve conhecimento e autorizou a entrega de benefícios a dois funcionários judiciais, por parte do assessor jurídico do clube, Paulo Gonçalves.

Paulo Gonçalves, assessor jurídico do Benfica, foi acusado de 79 crimes: um de corrupção ativa, um de oferta ou recebimento indevido de vantagem, seis de violação de segredo de justiça e de 21 crimes de violação de segredo por funcionário, em coautoria com os arguidos Júlio Loureiro e José Silva (ambos funcionários judiciais).

O oficial de justiça José Silva – o único dos arguidos em prisão preventiva – está acusado de 76 crimes: um de corrupção passiva (em coautoria), um de favorecimento pessoal, seis de violação de segredo de justiça, 21 de violação de segredo por funcionário, nove de acesso indevido, nove de violação do dever de sigilo, 28 de falsidade informática e de um crime de peculato (apropriação indevida de dinheiro público).

O arguido Júlio Loureiro, escrivão e observador de árbitros, foi também acusado de 76 crimes: um de corrupção passiva, um de recebimento indevido de vantagem, um de favorecimento pessoal, seis de violação de segredo de justiça, 21 de violação de segredo por funcionário, nove de acesso indevido, nove de violação do dever de sigilo e de 28 crimes de falsidade informática.

Fonte: Jornal de Notícias.

Origem
Jornal de notícias

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