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A confissão que envergonha o Marselha: «Comprei árbitro e drogámos os jogadores do PSG com Haldol»

Marc Fratani, ex-colaborador de Tapie, conta tudo

Marc Fratani trabalhou com Bernard Tapie durante 30 anos. Os dois estão de costas voltadas há algum tempo e seus nomes voltaram a ter grande destaque na imprensa depois do artigo do primeiro no ‘Le Monde’ no qual confirma assim as práticas de corrupção no Marselha quando o segundo era presidente.

Fratani assegura então que num jogo com o PSG, ‘comprou’ o árbitro e explicou como doparam os jogadores adversários.

“Uma vez participei no suborno a um árbitro. Foi num jogo com o PSG em Paris. No dia seguinte, encontrei-me com ele no local discreto que tínhamos combinado. Naquele jogo, os jogadores do PSG foram desestabilizadados com o uso de uma droga psicotrópica: Haldol. O produto foi injetado nas garrafas de água”, conta dando força entretanto aos rumores que sempre existiram.

Nesse período suspeito da vida do Marselha, que atingiu notoriedade europeia, houve logo relatos de situações estranhas, nomeadamente num jogo com o Rennes (triunfo do Marselha por 5-1) em que o sumo de laranja deixou os adversários de rastos.

O avançado Mario Baltazar e Pascal Rousseau foram os que se sentiram pior por causa do sumo que beberam no hotel, ao ponto de terem adormecido durante a viagem entre Marignane e Marsella. Baltazar foi também vítima de um acidente de carro em Rennes.

Via
Record
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